Ministério Agricultura

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Polícia do Rio Grande do Sul Prende Duas Pessoas e Apresenta Versão Cheia de "Furos" Sobre a Execução de Paolla Avaly Corrêa

A reportagem do jornal Zero Hora informou que a polícia do Rio Grande do Sul já prendeu duas pessoas envolvidas na morte de Paolla Avaly Corrêa. Segundo a reportagem, a titular da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, delegada Tatiana Bastos, informou que as prisões temporárias foram decretadas e o cumprimento dos mandados ocorreu no sábado (19). Não foram reveladas as identidades, onde ocorreram as prisões nem informações mais detalhadas sobre a abordagem aos suspeitos, pois ambos colaboram com as investigações e correm risco de vida.

A delegada confessa que ainda não tem nada de concreto nas investigações

"Dizer alguma coisa concreta neste momento pode atrapalhar e muito a investigação que, ao mesmo tempo, é muito complicada e delicada. O que temos até agora são informes, depoimentos informais de pessoas que ajudam a polícia a tornar o que eles falaram confiável" — explica ela.

Segundo a delegada, na sexta-feira anterior ao crime, foi registrada entrada de Paola no Presídio Central para visitação. Lá, teria ocorrido discussão com o namorado e eles teriam terminado o relacionamento, conforme informações preliminares.

Contradição da polícia

Essa informação contradiz a informação da própria polícia, que havia informado anteriormente que a visita de Paolla ao namorado preso teria acorrido no dia 09/05, ou seja, uma quarta-feira. Sexta-feira foi dia 11/05. Agora a polícia precisa esclarecer como errou na data,  se a entrada de qualquer pessoa fica registrada no livro do presídio. Afinal,  Paolla visitou o Nathan Sirangelo dia 09 ou dia 11?

Ex-namorado, principal suspeito


De acordo com a Polícia Civil, o ex-namorado, principal suspeito de ordenar a execução de Paolla teria atraído a ex-namorada ao Presídio Central no domingo de Dia das Mães, onde ela nem teria chegado a entrar.

 É possível que ela tenha chegado na frente do presídio, mas as câmeras não estavam funcionando. Assim, não há nenhum registro da passagem dela em algum local antes da morte. É esse hiato que estamos tentando reconstruir. Só sabemos, por enquanto, que ela não foi sequestrada dentro da cadeia.  Afirma a delegada Tatiana.

Com essa declaração a delegada confessa que o sistema de segurança do presidio é falho e precário, pois,  além das câmeras não estarem em funcionamento, deixa a entender que Nathan está usando celular dentro do presidio, pois de que forma ele poderia atrai Paolla ao presidio,  se eles haviam brigado na sexta? 

De acordo com reportagem do Jornal Zero Hora,  o que a polícia tem como confirmado, é que quatro pessoas participaram do crime, mas a atuação de cada um na execução da jovem, que teria chegado amarrada ao local, já com a cova preparada, ainda é desconhecida. As investigações também apontam que, após ter saído de casa, Paola morou com um familiar do então namorado durante quatro dos sete meses em que deixou os familiares. A delegada no entanto não explicou a linha do tempo deste relacionamento, já que Nathan Sirangelo, estava  preso preventivamente  desde 2015, tendo sido julgado e condenado em 2017.

Ex-namorado, principal suspeito

De acordo com a Polícia Civil, o ex-namorado, principal suspeito de ordenar a execução de Paolla teria atraído a ex-namorada ao Presídio Central no domingo de Dia das Mães, onde ela nem teria chegado a entrar.

 É possível que ela tenha chegado na frente do presídio, mas as câmeras não estavam funcionando. Assim, não há nenhum registro da passagem dela em algum local antes da morte. É esse hiato que estamos tentando reconstruir. Só sabemos, por enquanto, que ela não foi sequestrada dentro da cadeia.  Afirma a delegada Tatiana.

Com essa declaração a delegada confessa que o sistema de segurança do presidio é falho e precário, pois,  além das câmeras não estarem em funcionamento, deixa a entender que Nathan está usando celular dentro do presidio, pois de que forma ele poderia atrai Paolla ao presidio,  se eles haviam brigado na sexta? 

De acordo com reportagem do Jornal Zero Hora,  o que a polícia tem como confirmado, é que quatro pessoas participaram do crime, mas a atuação de cada um na execução da jovem, que teria chegado amarrada ao local, já com a cova preparada, ainda é desconhecida. As investigações também apontam que, após ter saído de casa, Paola morou com um familiar do então namorado durante quatro dos sete meses em que deixou os familiares. A delegada no entanto não explicou a linha do tempo deste relacionamento, já que Nathan Sirangelo, estava  preso preventivamente  desde 2015, tendo sido julgado e condenado em 2017.

A delegada não está considerando ou não teve acesso a informações que circulam nas redes sociais que Paolla conheceu Nathan quando ele já estava preso, porque ela tinha um namorado, membro da facção criminosa "Bala na Cara (BNC) que esse sim,  era considerado seu marido e um dos lideres da facção.  Foi visitando seu namorado  na cadeia que Paolla  conheceu Nathan,  que também é membro da facção bala na cara. O namorado de Paolla foi colocado em liberdade e os dois se desentenderam por causa de Pammi_Pennz, conhecida também como Pammi_bandida, que também faz parte da facção bala na cara.

 Paolla  perdeu o namorado para Pammi e as duas trocaram insultos e ameaças pelo facebook.  Paolla passou a visitar Nathan na prisão e começou a namorar com ele. O ex namorado de Paolla postou foto dela pelada no grupo dos "leões"(Grupo dos traficantes bala na cara (BNC). Paolla não gostou e postou o texto no facebook dela, chamado o ex de corno. "

"Meu ex botando foto minha no grupo dos Leão hahahahaha otariooooooo nem de ex marido um chá de bosta desses da pra chamar ne que ex é esse ne que bota foto tua só pq tu não quis mais ele pq apanhava passava horrores na mao dele ne vai otário bota msm manda eles bota tudo no face gosto de causa impacto acha que me abalo uma hora todo mundo esquece e otário pia de merda foi vc cornoooooooooooooo"


 O texto que ela postou foi para o ex namorado e não para o Nathan. Não faz sentido você postar  uma mensagem irada, chamando uma pessoa de corno e horas depois você ir na prisão visitá-lo.

 Tenho impressão que a delegada está completamente perdida na investigação ou passando informação falsa para a imprensa. Se eu que estou a mais de 2.000 (Dois mil) km de distância,  sei destas informações, como ela que investiga o caso não sabe? Não estou dizendo que essa seja a verdadeira história, mas é no mínimo uma história que precisa ser investigada para saber se tem fundamento ou não. Basta checar quem Paolla visitava na cadeia antes de Nathan para se descobrir quem era o ex-dela, ou até mesmo quem é o atual namorado de Pammi.

Essa versão faz mais sentido do que a apresentada até agora pela polícia.

No momento que foi se deitar na cova, Paolla olha para quem estava filmando e pede desculpa. Basta prestar atenção na filmagem e fazer a leitura labial. Ela não poderia pedir desculpas para Nathan que está preso, então logo podemos deduzir que o texto não era pra ele e faz mais sentido que seja mesmo para o ex-namorado. 

Delegada da Mulher
Na reportagem tem a informação que por volta de 4h45min de domingo (13), Paola fez postagem no Facebook afirmando que seu ex-marido teria colocado foto sua em um grupo de troca de mensagens atribuído a traficantes de uma das maiores facções do Rio Grande do Sul. No texto, a jovem diz que "apanhava horrores" dele. A delegada não confirma se a morte teria relação com o que a a vítima escreveu, ou a motivação seria pela separação do casal. 

A pergunta é, como uma pessoa que está presa desde 2015 e quando ele foi preso Paolla tinha apenas 15 anos. Como alguém preso pode bater em uma mulher? De acordo com informações da irmã de Paolla, apenas 7 meses atrás,  foi que Paolla saiu de casa e quando ela saiu de casa,  o namorado já estava preso.


— O que temos, inicialmente, é só uma discussão familiar, nada que indique realmente uma motivação para a ação — disse a delegada a reportagem ao jornal Zero Hora.

Em resumo, a impressão que passa é que a delegada está perdida nas investigações, trabalhando apenas em cima de uma versão. A história apresentada até agora tem muitos furos e perguntas sem respostas. Espero que a Polícia do Rio Grande do Sul seja competente para responder todas elas e  elucidar o crime.  


3 comentários:

Pimenta disse...

Pra mim foi essa Pammi... Tem uma goto no Instagram dela em um local muito parecido com o local da cova, onde ela tira foto dos pés.

Pimenta disse...

Foto*

Anônimo disse...

Gostaria de saber atualização do caso por favor.
Qual motivo de terem apagado o face dela?